Saúde e Ciências da Vida

Líder no setor, o Estado de São Paulo abriga 38% das empresas de biociências nacionais, de acordo com estudo da Fundação Biominas (2011). O polo de biotecnologia paulista é alimentado pela presença de uma ampla rede de universidades e instituições de pesquisa, bem como um importante contingente de mão de obra qualificada.

A pesquisa científica paulista dispõe de soluções inovadoras na busca pela cura e atua em diversas iniciativas nas áreas de biologia molecular, biotecnologia médica, farmacologia e dispositivos médicos. Como Estado mais populoso do Brasil, São Paulo tem o maior mercado de produtos de saúde, fornecendo oportunidades de investimentos em perfeitas condições de trazer novos medicamentos e soluções técnicas do laboratório para o mercado.

A alta tecnologia e o aumento na expectativa de vida da população tornaram o setor de saúde e ciências da vida um ramo de atividade próspero e lucrativo. Poucas indústrias vivem um estímulo tão intensivo quanto os mercados que atuam nos segmentos relacionados às ciências da vida e à saúde.

A Fundação Biominas aponta que existem 271 empresas privadas de biociências no Brasil, 53% delas (143 empresas) de biotecnologia (aplicação tecnológica que utiliza organismos vivos, sistemas ou processos biológicos) (Biominas/PwC - 2011). O conjunto das empresas de biociências ou ciências da vida é mais amplo do que o de biotecnologia, pois inclui segmentos como serviços de validação de novos medicamentos (ensaios pré-clínicos e clínicos) e o desenvolvimento de dispositivos médicos de última geração, que não se enquadram na definição estrita de biotecnologia e vêm assistindo a uma ampliação de sua importância no País.

Em reconhecimento à importância representada pelos avanços que as pesquisas na área da biotecnologia podem trazer para a qualidade de vida da população e para o desenvolvimento econômico e social, as empresas e pesquisadores do setor dispõem de diversas linhas de financiamento.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) oferece linhas de financiamento voltadas para a inovação tecnológica, que incluem programas exclusivos para os setores de biotecnologia, biodiversidade e biotecnologia molecular: o Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (Biota-Fapesp), o Programa Fapesp de Pesquisa em Bioenergia (Bioen), e o Programa Genoma Fapesp.

Na esfera federal, entre outras linhas de financiamento, podem ser citados o Fundo Setorial de Biotecnologia da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), os programas Capital Semente (Criatec) e o de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde (Profarma), ambos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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