Farmacêutico

São Paulo concentra o maior complexo industrial de saúde do Brasil, principalmente nos municípios da Região Metropolitana e de Campinas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com 42% das unidades locais e 53% do pessoal ocupado, o Estado é responsável por 71% do Valor de transformação industrial (VTI) do segmento no País (2011).

Uma das principais atividades produtivas do complexo da saúde, a indústria farmacêutica é composta pelos segmentos produtores de fármacos (matérias-primas farmacêuticas) e de medicamentos. Reproduzindo característica do ramo em todo o mundo, essa indústria apresenta estrutura concentrada no Brasil, sob controle de um pequeno grupo de empresas de grande porte, principalmente de capital estrangeiro.

Essas empresas convivem com um grande número de empreendimentos de menor porte, muitos de capital privado nacional, além de laboratórios públicos. Outra de suas características é uma estrutura de produção e comercialização de produtos farmacêuticos muito concentrada em medicamentos.

De acordo com a Fundação Biominas, o setor farmacêutico exibe taxas de inovação superiores às da indústria como um todo. As empresas fabricantes de produtos farmoquímicos e farmacêuticos atingem taxas de inovação de quase 65%, enquanto que, a indústria de transformação apresenta níveis de 38%. Os investimentos anuais realizados pelas empresas do setor em atividades voltadas à inovação superam a marca de US$ 800 milhões no Brasil (Biominas/PwC - 2011).

Com o objetivo de incrementar um dos grandes desafios competitivos do setor farmacêutico, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) possui, entre suas linhas de financiamento, o Programa BNDES de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde (BNDES Profarma). Voltado a todos os setores do complexo industrial do ramo, o programa inclui, entre seus objetivos estratégicos, o estímulo à disseminação da atividade inovadora.

Furp

A Fundação para o Remédio Popular (Furpé o maior fabricante público de medicamentos do Brasil, ocupando posição estratégica nas políticas de saúde nacionais. Fundada em 1974, sua produção é composta por mais de 70 tipos de medicamentos, entre os quais, anti-infeciosos, anti-inflamatórios, antirretrovirais, remédios para controle de hipertensão, diabetes e saúde mental.

Furp produziu mais de 1,5 bilhão de medicamentos em 2012, atendendo mais de 3 mil cidades

 

Por que investir na indústria Farmacêutica paulista?

  • Líder no segmento, representa 71% do mercado nacional.
  • Possui o maior complexo hospitalar do Brasil.
  • Desenvolve políticas de incentivo à produção de remédios.
  • Conta com a Furp, o maior fabricante público de medicamentos do Brasil.
  • Dispõe de um programa de parcerias público-privadas no setor.

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