Economia Verde

São Paulo possui o maior e mais diversificado mercado de economia verde do Brasil. Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), de 2012, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), são 142 mil empresas que atuam no setor, empregando 1,6 milhão de pessoas no Estado, representando quase um 1/3 dos empregos verdes do País. É uma verdadeira floresta de empreendimentos sustentáveis. 

Primeira região do Brasil a incorporar o tema da economia verde em sua agenda política e empresarial, São Paulo criou leis vanguardistas. Foi pioneiro na regulamentação de questões como resíduos sólidos (Lei Estadual nº 12.300/2006) e mudanças climáticas (Lei Estadual nº 13.798/2009). Tais medidas abrem caminhos para a prospecção de novos negócios, uma vez que criam demandas específicas como, por exemplo, a necessidade de investimentos em transporte sustentável.

Com o perfil de uma economia de baixo carbono, é o Estado com a matriz energética mais limpa do Brasil, com 55% de participação de fontes renováveis, segundo o Balanço Energético do Estado de São Paulo 2013 (Beesp). Outro diferencial é a Estratégia para o Desenvolvimento Sustentável do Estado de São Paulo 2020 (Decreto nº 58.107, de 5 de junho de 2012), que visa a estabelecer uma agenda para o desenvolvimento sustentável estadual, apresentando metas setoriais que definirão a ação do Governo do Estado até 2020.

Com relação à produção de biocombustíveis, São Paulo é o maior produtor mundial de etanol de cana-de-açúcar. O Estado possui ainda grande potencial para captação de energia solar e pequenas centrais hidrelétricas espalhadas pelo território, além de contar com a produção de componentes para aerogeradores, destinados a aproveitar a grande capacidade de geração de energia eólica do País.

Essas perspectivas colocam São Paulo numa posição de vanguarda no desenvolvimento de tecnologias verdes e na geração de energias renováveis, abrindo um vasto campo de oportunidades para novos investimentos.

Respondendo por cerca de 31% do PIB industrial do País, o Estado ainda mantém 17,5% de sua área conservada. Em 2012, O Estado de São Paulo concentrou 31% dos empregos verdes do País (Rais/MTE).

Aqui, o investidor também conta com linhas de financiamento, tais como a linha economia verde, da Agência de Desenvolvimento Paulista – Desenvolve SP.

Por que investir na Economia Verde paulista?

  • Matriz energética 55% renovável.
  • Vantagens competitivas para produção de energia com biomassa.
  • Novas oportunidades em mercados ecoinovadores.
  • Avançada estrutura de conservação da natureza.
  • Política Estadual de Mudanças Climáticas (Pemc).

Clique aqui para baixar arquivo em pdf com mais informações sobre o setor.
 

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